A Produtora

A Coqueirão Pictures surgiu da união dos sócios Raphael Vieira e Diogo Dahl no set do filme “Meu nome é Dindi”, de Bruno Safadi, em 2006, apesar de já terem se cruzado em muitas ocasiões anteriores, tendo inclusive pais que são amigos. A identificação foi imediata, especialmente pela paixão que os dois compartilham por futebol, mais precisamente, pelo Flamengo. Não foi por acaso que o primeiro trabalho da dupla resultou na Fla Filmes, série de documentários sobre o time do coração, exibida pelo Canal Brasil e vendida com sucesso em DVD. Só um dos filmes, “PentaTri – A Hegemonia”, chegou à marca de 42 mil cópias. Outro sucesso foi o “Copa União”, que resgata a história do campeonato brasileiro de 1987, com entrevistas exclusivas de Zico, Eurico Miranda e personagens da época. Lançado em DVD pela Som Livre, o documentário foi premiado nos festivais Cinefoot, do Rio de Janeiro, e no Festival de Milão FICTS.

Já com o Projeto Cinema Popular, a produtora realizou o primeiro longa-metragem da casa, batizado de “Dores de Amores”. A comédia romântica faz parte de uma série de três longas e serem produzidos pela Coqueirão com patrocínio do banco BMG e será lançada no segundo semestre de 2013. Graças ao investimento em duas câmeras RED ONE, conhecidas pela agilidade, o filme foi rodado em apenas 12 dias. O projeto conta ainda com a participação do diretor Roberto Talma, que assina, junto com Diogo, a produção de “Dores de Amores” e fará a direção do último filme da franquia.

 

Diogo Dahl
Filho de Nelson Pereira dos Santos, um dos mais importantes cineastas do Brasil, com a atriz e também cineasta Ana Maria Magalhães, Diogo Dahl, 38 anos, começou a trabalhar como produtor na retomada, com Luiz Carlos Barreto. Foi diretor de produção de “Brasília 18%”, o mais recente filme de Nelson Pereira dos Santos, e produtor-executivo de “Meu Nome é Dindi”, de Bruno Safadi. Mais tarde, desenvolveu uma bem sucedida parceria com Paula Lavigne e sua empresa, a Natasha Filmes, como produtor-executivo de “O Coronel e o Lobisomem”, de Maurício Farias, e produtor-delegado de “Romance”, de Guel Arraes.

 

 

Raphael Vieira

 No cinema desde 2004, Raphael Vieira, 32 anos, dirigiu quatro curtas metragens e dois longas: “Dores de Amores” (BRASIL), selecionado para o Festival do Rio de 2012, e “Untouched” (EUA), filmado em 2011 e baseado no curta premiado de mesmo nome. Na linha de documentários esportivos, dirigiu seis filmes sobre conquistas de grandes clubes brasileiros de futebol. Os mais notório, “Penta Tri – A Hegemonia”, de 2009, vendeu quase cinquenta mil cópias em DVD. Já “Copa União” foi vencedor do Festival Cinefoot 2012. Em 2008, Raphael investiu na câmera RED ONE, trazendo essa tecnologia para o Brasil. Especializou-se como gerente de imagem digital e participou como consultor de finalização para RED ONE de grandes comerciais e longas-metragens em parceria com profissionais como Daniel Filho e Andrucha Waddington.

 

 

 

Roberto Talma
Trata-se de um profissional que dispensa grandes apresentações. Sua história se confunde com a da televisão brasileira nos últimos 35 anos. Dirigiu memoráveis especiais para a TV, como “Chico e Caetano” (1986); “Cazuza – uma prova de amor” (1989); o premiadíssimo “Antônio, O Brasileiro – Antônio Carlos Jobim” (New York Film and Video International Grand Award – Pop Music – 1987); além dos especiais de fim de ano de Roberto Carlos dos últimos 15 anos, incluindo o especial dos 50 anos gravado no Maracanã. Talma também dirigiu novelas de grande sucesso, como “Água Viva” (1977), “Que Rei Sou Eu” (1989), “Rainha da Sucata” (1991) e as recentes “O Profeta” (2006) e “Negócio da China” (2008). As séries “Anos Dourados” (1986) e “Sorriso do Lagarto” (1991) também foram produzidas sob a sua direção.