Patrocínios

Desenvolvido em 2007, o Projeto Cinema Popular está se tornando realidade agora graças ao apoio do Banco BMG. O presidente da instituição financeira, Ricardo Guimarães, adotou o projeto praticamente ao primeiro contato, em março deste ano. Ao completar 80 anos, o banco BMG concentrará no Projeto Cinema Popular todo o seu investimento no setor audiovisual. “O banco acredita que o apoio ao cinema brasileiro é uma forma de incentivar a cultura no país. Além de oferecer grandes oportunidades não só aos produtores e diretores, mas ao público. Essa é a forma que o banco encontrou de apoiar a democratização da cultura brasileira”, ressalta Ricardo Guimarães.

Raphael destaca a importância do apoio:“O BMG está dando vida e fomento a projetos no seu início, o que é raro. Com isso, teremos a oportunidade de trabalhar de maneira dedicada para tornar o filme viável até a sua distribuição”.

Banco BMG

O Banco BMG é uma instituição financeira voltada para financiamento ao consumidor, com sede em Belo Horizonte. Está presente em todo o país com uma rede formada por 400 correspondentes e 40 mil agentes. O banco possui mais de 4,5 milhões de clientes ativos e sua principal atividade é a concessão de empréstimos em consignação com desconto em folha de pagamento.

O Grupo BMG surgiu na década de 30 e ingressou no mercado de crédito consignado em 1998. Anteriormente, o banco atuava em diversas áreas, como imobiliária, financeira e agroindustrial. Em 2009, o BMG consolidou-se como um dos maiores incentivadores e patrocinadores esportivos do país ao associar sua marca à de grandes times de futebol, vôlei, atletas de ginástica olímpica, entre outros. Além do patrocínio esportivo, a instituição sempre se preocupou em valorizar a cultura, a saúde e a educação através de parcerias e atividades envolvendo clientes, funcionários e parceiros.


COMO INVESTIR

1  Lei do Audiovisual

1.a Artigo 1º
A Lei Federal 8.685, Lei do Audiovisual, em seu Artigo 1º, estabelece  que pessoas jurídicas, no regime de lucro real, podem investir  na produção de filmes até 3% do Imposto de Renda  devido, sem qualquer contrapartida de recursos próprios do investidor.

Tais  investimentos adquirem certificados audiovisuais do filme escolhido, numa  operação inteiramente regulamentada pela Comissão  de Valores Mobiliários. E a empresa investidora torna-se sócia  patrimonial do filme.

Há, ainda, outra vantagem, que torna o investimento mais atraente.  A Lei autoriza as empresas a deduzirem 100% do valor investido do Imposto  de Renda a recolher, o que representa um investimento a custo zero. Além  de lançar, no livro de apuração do lucro real, o  valor investido como despesa operacional, gerando uma economia no Imposto  de Renda a pagar da ordem de 25% do valor investido no filme.

1.b Artigo 1º A
Ainda a mesma Lei do Audiovisual, em seu Artigo 1ºA, regulamentado  em 13 de março de 2007, estabelece que pessoas jurídicas  podem patrocinar filmes nacionais com até 4% do Imposto de Renda  devido, sem, no entanto, a possibilidade de lançar o valor do patrocínio  como despesa operacional no livro de apuração do lucro real.  Contudo, o valor pode ser descontado integralmente do Imposto de Renda  a pagar

2. Lei do ICMS
A Lei 1.954 de 26 de dezembro de 1992  do estado do Rio de Janeiro, estabelece que a empresa contribuinte poderá  ivestir até 4% do ICMS a recolher em cada período em patrocínio  para produções cinematográficas. Este aproveitamento  é limitado a 80% do valor total aplicado no projeto.

Para mais informações: captacao@coqueirao.com.br